Discutindo o masoquismo e fetiche aqui no Safada.tv!
Vamos discutir o texto, deixando as opiniões nos comentários.

Vamos lá:
(…) o(a) masoquista deseja ser tratado(a) como uma criança pequena, desamparada e, particularmente, como uma criança desobediente e travessa que merece ser punida. O desejo da criança, menino ou menina, de ser espancado pelo pai seria uma forma substitutiva das pulsões sexuais incestuosas. Erotizada a violência, a criança interpreta que, “se o pai me bate, é a mim que ama, eu sou a(o) preferida(o)”, fantasia de flagelação advinda do elo incestuoso com o pai. É nesse sentido que deve ser interpretado o masoquismo feminino: não como específico das mulheres ou das meninas, mas da atitude feminina de ambos os sexos na relação com o pai, atitude que corresponde, na menina, ao complexo de Édipo, cujas fantasias se referem a ser castrado, ser copulado e parir, fantasias que seriam típicas da feminilidade, mesmo nos meninos.

Convém sinalizar que o próprio Freud (1900/1967), em A interpretação dos sonhos, entendia que a realidade psíquica e fantasmática dos desejos inconscientes não podia ser confundida com a realidade material. Essa confusão entre fantasma e recordação se mantém presente na compreensão de toda uma linha de pensamento psicanalítico pós-freudiana, e parece residir no ponto manifesto das atitudes femininas, referidas à sua incompletude constitucional, desprezando o conteúdo da fantasia fundamental. A confusão entre fantasma e recordação é o que esteve em jogo no abandono da teoria da sedução por Freud, que priorizou a via fantasmática da realidade psíquica em detrimento da realidade material dos atos incestuosos efetivamente cometidos.
(CROMBERG, 2004)
 

Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2177-20612010000200005

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