Gravar a própria transa pode ser divertido e excitante. Também pode virar um problema se o vídeo sair de onde deveria ficar. Alguns cuidados diminuem esse risco.

Primeiro, os dois precisam concordar

Só grave se os dois quiserem, e esse sim vale para aquela gravação, não para todas. Qualquer um pode mudar de ideia antes, durante ou depois, e pedir que o vídeo seja apagado.

Desligue a internet na hora de gravar

Se for gravar com o celular, desligue os dados móveis e o wi-fi, ou deixe o aparelho no modo avião. Muitos celulares fazem backup automático, e a gravação pode ir direto para a nuvem sem que você perceba.

Aja com naturalidade

Se a ideia é assistir depois, esqueça que a câmera está ali. Agir de forma mecânica tira a graça da gravação.

Apague depois, se não for guardar

Se vocês não pretendem guardar o vídeo, gravem, assistam e apaguem em seguida, inclusive da lixeira do celular. O vídeo que não existe não vaza.

Não repasse o vídeo

Compartilhar só se os dois concordarem. Divulgar foto ou vídeo de sexo ou nudez sem o consentimento de quem aparece é crime no Brasil. O artigo 218-C do Código Penal, incluído pela Lei 13.718/2018, prevê de 1 a 5 anos de reclusão, com aumento de um a dois terços quando quem divulga tem ou teve relação íntima com a vítima ou age por vingança (TJDFT).

Se um vídeo seu foi divulgado sem autorização, o blog explica o que fazer em O que fazer se o seu vídeo pornô cair na rede sem sua autorização?. E a história do gênero está em Pornô amador, evolução e o canal Flagra Amador.

Nota de atualização

Publicado em dezembro de 2019 e revisado em setembro de 2026. Mantivemos as dicas e acrescentamos o consentimento como ponto de partida e o que diz a lei sobre a divulgação sem autorização. Saíram os vídeos de sites externos que acompanhavam o texto e a imagem de destaque, que tinha nudez.